sexta-feira, 6 de novembro de 2015

OTAN SE ARMA PARA LUTA CONTRA PUTIN E ISIS

Fuzileiros portugueses participam dos exercícios da OTAN Trident Juncture 2015

Die Welt: OTAN se arma para batalha contra Putin e Estado Islâmico

© AFP 2015/ FRANCISCO LEONG / AFP
MUNDO
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Rússia combate Estado Islâmico na Síria (252)
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O Trident Juncture, maior exercício militar da OTAN em mais de uma década, teve como objetivo treinar as forças da aliança para combater ameaças reais vindas do sul da Europa e uma ameaça percebida vinda do leste - isto é, da Rússia -, segundo matéria publicada pelo jornal alemão Die Welt.

"Pode-se concluir que a OTAN está mostrando seus músculos. Mas para quem? Quem deve ficar impressionado com essa gigantesca demonstração de força?", escreveu o autor do artigo, Thorsten Jungholt.
"Hans-Lothar Domröse, general alemão e comandante das manobras da OTAN, não faz nenhum segredo [sobre o objetivo]. A aliança se sente particularmente desafiada pela Rússia, ao leste da Europa; e ao sul, pela Síria e o Mar Mediterrâneo", acrescentou.
Segundo o artigo, a OTAN está se armando para uma batalha contra o presidente russo Vladimir Putin e, ao mesmo tempo, contra o grupo terrorista Estado Islâmico, que controla regiões da Síria e do Iraque. 
"A mensagem de Domröse para o Kremlin é clara: a defesa da aliança está de pé, e a OTAN está pronta a qualquer momento para agir em situações de crise, mesmo fora de seu território", escreveu Jungholt.
"Mas esta mensagem não é destinada apenas a Moscou", acrescentou o jornal, citando o geral Domröse.
"A maior ameaça é o aparecimento simultâneo de desafios no leste e a situação de insegurança nas regiões em crise no sul", disse o oficial alemão, que comandou 3.000 soldados da Bundeswehr na Operação Trident – o que é mais do que o número combinado de todos os soldados alemães atualmente servindo em operações estrangeiras.
Segundo Domröse, a Síria, o Iraque, o Iêmen, a Somália e a região do Magreb (particularmente a Líbia) constituem uma espécie de "anel de fogo" em torno da Europa, para o qual a OTAN pode vir a ser chamada em um futuro próximo.
Curiosamente, apesar dos temores ocidentais, a Rússia tem sido a força mais decisiva no combate aos extremistas islâmicos na Síria. Atendendo a um pedido de Damasco, o país tem bombardeado as posições do Estado Islâmico em território sírio desde o último dia 30 de setembro, com resultados flagrantemente mais eficazes do que os conseguidos durante mais de um ano de campanha da coalizão antiterrorista liderada pelos EUA.
Ao todo, 36 mil homens participaram dos exercícios militares Trident Juncture, cuja fase de “exercícios ao vivo” (Livex) chegou ao fim nesta sexta-feira (6). A operação envolveu mais de 230 unidades terrestres, aéreas e navais e forças especiais de 28 países aliados e 7 parceiros (entre eles a Ucrânia), compreendendo mais de 60 navios e 200 aviões de guerra, principalmente na Espanha, na Itália e em Portugal.
No cenário simulado pelos comandantes da aliança ocidental, a região de “Cerásia Leste” sofria ameaça de conflitos devido à escassez de água. Um país invadiu um vizinho menor e ameaçou invadir outro, a fim de tomar o controle sobre represas-chave, e a OTAN lançou uma missão internacional de assistência e apoio para proteger os Estados ameaçados. 
Os nomes usados nos exercícios, segundo explicou a aliança, foram “fictícios”. No entanto, não se requer muita imaginação para entender que a “Cerásia Leste” é o Leste Europeu, e que o “país invasor” é a Rússia – pelo menos na retórica ocidental, que, fora das simulações militares, acusa Moscou de ter invadido a Ucrânia e de ser uma ameaça real aos Estados vizinhos.
O Kremlin, por sua vez, nega quaisquer pretensões expansionistas e repetidamente chama a atenção para o fato de que é a própria OTAN, com sua política de expansão militar para o Leste, que está colocando em risco a estabilidade regional e mundial.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151106/2682077/die-welt-otan-arma-batalha-putin-estado-islamico.html#ixzz3qlalbqaR

sábado, 17 de outubro de 2015

SOLDADOS CUBANOS LUTANDO NA SIRIA AO LADO DA RUSSIA, AGORA É O APOCALIPSE

Bandeira cubana

Cuba envia militares à Síria em apoio à operação da Rússia contra Estado Islâmico

© AP Photo/ Andrew Harnik
MUNDO
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A Fox News revelou nesta quinta-feira, 15, que militares cubanos estão combatendo terroristas do Estado Islâmico na Síria ao lado das tropas do governo de Bashar Assad. Além disso, segundo informou um alto funcionário do governo dos EUA, a maioria desses homens participa de ações militares em tanques russos.

A informação, que havia sido publicada de forma inédita num relatório do Instituto de Pesquisas Cubanas e Cubano-Americanas da Universidade de Miami, foi confirmada pelo porta-voz oficial da Casa Branca, Josh Earnest, em entrevista à Fox.
Ele revelou que, segundo tudo indica, forças especiais cubanas estariam combatendo ao lado de tropas sírias para fornecer um maior apoio terrestre à operação aérea promovida pela Rússia contra o Estado Islâmico.
Segundo o relatório do instituto da Universidade de Miami, recentemente o chefe das Forças Armadas de Cuba visitou a Síria junto a um grupo de militares para prestar apoio à operação russa. O documento destacou ainda que a maioria das forças cubanas estaria operando tanques de fabricação russa em cooperação com as forças de Assad.
Na quarta-feira, 14, Josh Earnest advertiu contra quaisquer comparações ou paralelos com a Guerra Fria. Em entrevista à Fox, no entanto, ele comparou o fato com a intervenção cubana em Angola, o que, por sua vez, é por si só uma referência a um dos episódios da antiga rivalidade entre Rússia e EUA, quando, na década de 1970, tropas cubanas lutaram ao lado da União Soviética em vários países da África Central.
Earnest acrescentou ainda que, possivelmente, essas forças de Cuba passaram por um treinamento militar na Rússia antes de desembarcar na Síria em aviões cubanos vindos diretamente do território russo.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151015/2448909/cuba-envia-militares-a-siria-em-apoio-operacao-da-russia-contra-estado-islamico.html#ixzz3osSNqG21

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Russia reage as sanções dos EUA

Vista do edifício do Ministério das Relações Exteriores russo em Moscou, Rússia

Chancelaria da Rússia reage à expansão das sanções pelos EUA

© AP Photo/ Dmitry Lovetsky
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Ao introduzir novas sanções contra empresas e cidadãos russos os EUA mostraram mais uma vez a sua escolha pelo aumento da confrontação, diz uma nota oficial publicada nesta sexta-feira, 31, pelo ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Na quinta-feira, 30, o ministério das Finanças dos EUA informou sobre a introdução de sanções em relação a novas 11 pessoas físicas e 15 pessoas jurídicas da Rússia. A lista inclui, entre outros, o empresário Roman Rotenberg e o filho do ex-presidente da Ucrânia Aleksader Yanukovich. Na relação também constam a Fábrica Mecânica de Izhevsk, a empresa Izhmash, uma série de portos comerciais da Crimeia, e subsidiárias do banco Vnesheconombank (VEB) e da petrolífera Rosneft.
A chancelaria russa destacou que Washington continua justificando suas decisões com a situação na Ucrânia, e "ao invés de encorajar Kiev a cumprir os acordos de Minsk, continua se exercitando na expansão da campanha de sanções contra a Rússia".
As relações entre a Rússia e o Ocidente deterioraram-se por conta da situação na Ucrânia. Em julho do ano passado, a UE e os Estados Unidos aplicaram sanções pontuais contra certos indivíduos e empresas da Rússia. Em seguida, foram implementadas medidas restritivas a setores inteiros da economia russa. Em resposta, a Rússia restringiu a importação de produtos alimentares de países que impuseram as sanções. Moscou tem afirmado repetidamente que não tem interferência no conflito interno ucraniano e possui interesse na resolução pacífica do confronto.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150


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segunda-feira, 13 de julho de 2015

AS TAÇAS DA IRA DIVINA

As taças da ira divina sobre o mundo





Esta obra mostra o que está acontecendo no mundo hoje, o fim da Babilonia atual, os 7 anos de grandes acontecimentos chamados de grande tribulação.
Terra e mar vão arder.
Os montes vão tremer.
Conheça a obra.


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quarta-feira, 24 de junho de 2015

ANTICRISTO O FILHO DO PECADO


ANTICRISTO, O FILHO DO PECADO.
Ele encorpora todo o mal no mundo.
O irmão LAMECH fez esta obra avisando o povo pois o fim é agora.
O mundo caminha para suas garras funestas.
O aumento do poder do oculto, das ordens secretas, gerando o caos é um poder dos escorpioes se manifestando, os guardiões do Anticristo preparam o caminho do Dajjal sobre o planeta.
O poder do oculto se alastra e se prepara governar o mundo.
Temos que nós unir para barrar a escuridão.
Estes poderes ocultos que geram o caos preparam o governo do abismo sobre a terra.
Reaja, saiba como salvar seus filhos e amigos.






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quinta-feira, 4 de junho de 2015

OS COMBATES RETORNAM NA UCRANIA

Prédio atingido por ataque de artilharia em Marinka, em 2014

OSCE confirma violação da trégua na Ucrânia

© Sputnik/ Mikhail Voskresensky
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Ucrânia: campo de batalha (195)
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A Missão Especial de Monitoramento (SMM, na sigla em inglês) da Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) confirmou o movimento de armamentos pesados no Sudeste da Ucrânia.
Ontem, o Estado-Maior general ucraniano tinha reconhecido o uso de armamentos proibidos no território do conflito pelos Acordos de Minsk.
"Às 15h00 [9h00 em Brasília] da quarta-feira, a SMM recebeu uma carta do Ministério da Defesa da Ucrânia, em que se afirmava que armamentos pesados das Forças Armadas da Ucrânia iriam ser deslocados à linha de frente para lidar com uma "ameaça real" representada pelo combate em Marinka, que, segundo esta fonte, tinha começado às 6h00 da manhã", reza o relatório da OSCE divulgado nesta quinta-feira (4).
O povoado de Marinka, situado nas imediações de Donetsk, é controlado pela Ucrânia.
"Os oficiais ucranianos reconheceram depois publicamente que os armamentos foram usados, justificando este fato pela necessidade de repelir um ataque da RPD", conta o relatório da OSCE.
No entanto, a liderança da República Popular de Donetsk (RPD) afirmou que as suas forças não pretendiam tomar Marinka, portanto não houve nenhuma "ameaça".
Marinka no mapa da Ucrânia
Marinka no mapa da Ucrânia
Kiev também confirma isso, dizendo que Marinka permanece sob controle das autoridades da Ucrânia.
O tiroteio deu-se durante mais uma trégua entre Kiev e as Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk.
Eduard Basurin, ministro da Defesa da RPD, informou que 19 pessoas, entre elas cinco civis, foram mortas na república autoproclamada nas últimas 24 horas.
"Na noite [da quarta para a quinta-feira] voltou a calma", disse a OSCE.
Os Acordos de Minsk, que são o principal documento internacional regulador do processo da pacificação na Ucrânia, não só proíbem expressamente o uso de armamentos pesados, senão que também ordenam a retirada desses armamentos da linha de combate.
O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, já tinha comentado que o Ocidente sabe que as autoridades de Kiev minam o processo pacífico na Ucrânia. Comentou na TV russa Rossiya 24:
"Eu acredito que agora, todas as maiores potências ocidentais que acompanham a situação e têm acesso aos fatos compreendem com muita clareza que, por várias razões, as autoridades ucranianas são o obstáculo principal ao cumprimento total dos Acordos de Minsk".
E mesmo sabendo das violações dos acordos alcançados, o Ocidente não faz nada, frisa Lavrov.
Em finais de maio, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, tinha declarado que só iria negociar com as autoridades de Donbass depois das eleições locais, convocadas para finais de outubro do ano em curso.
Nesta quinta-feira, Sergei Lavrov voltou a afirmar que a Ucrânia está prejudicando os Acordos de Minsk.
"Os Acordos de Minsk de 12 de fevereiro estão sob constante ameaça de suspensão por causa das ações das autoridades de Kiev que tentam abandonar as suas obrigações de estabelecer o diálogo direto com Donbass", disse Lavrov hoje, durante uma conferência dedicada à segurança regional da Organização de Cooperação de Xangai.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150604/1213877.html#ixzz3c93QezXI
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