quarta-feira, 24 de junho de 2015

ANTICRISTO O FILHO DO PECADO


ANTICRISTO, O FILHO DO PECADO.
Ele encorpora todo o mal no mundo.
O irmão LAMECH fez esta obra avisando o povo pois o fim é agora.
O mundo caminha para suas garras funestas.
O aumento do poder do oculto, das ordens secretas, gerando o caos é um poder dos escorpioes se manifestando, os guardiões do Anticristo preparam o caminho do Dajjal sobre o planeta.
O poder do oculto se alastra e se prepara governar o mundo.
Temos que nós unir para barrar a escuridão.
Estes poderes ocultos que geram o caos preparam o governo do abismo sobre a terra.
Reaja, saiba como salvar seus filhos e amigos.






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quinta-feira, 4 de junho de 2015

OS COMBATES RETORNAM NA UCRANIA

Prédio atingido por ataque de artilharia em Marinka, em 2014

OSCE confirma violação da trégua na Ucrânia

© Sputnik/ Mikhail Voskresensky
MUNDO
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Ucrânia: campo de batalha (195)
2879832
A Missão Especial de Monitoramento (SMM, na sigla em inglês) da Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) confirmou o movimento de armamentos pesados no Sudeste da Ucrânia.
Ontem, o Estado-Maior general ucraniano tinha reconhecido o uso de armamentos proibidos no território do conflito pelos Acordos de Minsk.
"Às 15h00 [9h00 em Brasília] da quarta-feira, a SMM recebeu uma carta do Ministério da Defesa da Ucrânia, em que se afirmava que armamentos pesados das Forças Armadas da Ucrânia iriam ser deslocados à linha de frente para lidar com uma "ameaça real" representada pelo combate em Marinka, que, segundo esta fonte, tinha começado às 6h00 da manhã", reza o relatório da OSCE divulgado nesta quinta-feira (4).
O povoado de Marinka, situado nas imediações de Donetsk, é controlado pela Ucrânia.
"Os oficiais ucranianos reconheceram depois publicamente que os armamentos foram usados, justificando este fato pela necessidade de repelir um ataque da RPD", conta o relatório da OSCE.
No entanto, a liderança da República Popular de Donetsk (RPD) afirmou que as suas forças não pretendiam tomar Marinka, portanto não houve nenhuma "ameaça".
Marinka no mapa da Ucrânia
Marinka no mapa da Ucrânia
Kiev também confirma isso, dizendo que Marinka permanece sob controle das autoridades da Ucrânia.
O tiroteio deu-se durante mais uma trégua entre Kiev e as Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk.
Eduard Basurin, ministro da Defesa da RPD, informou que 19 pessoas, entre elas cinco civis, foram mortas na república autoproclamada nas últimas 24 horas.
"Na noite [da quarta para a quinta-feira] voltou a calma", disse a OSCE.
Os Acordos de Minsk, que são o principal documento internacional regulador do processo da pacificação na Ucrânia, não só proíbem expressamente o uso de armamentos pesados, senão que também ordenam a retirada desses armamentos da linha de combate.
O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, já tinha comentado que o Ocidente sabe que as autoridades de Kiev minam o processo pacífico na Ucrânia. Comentou na TV russa Rossiya 24:
"Eu acredito que agora, todas as maiores potências ocidentais que acompanham a situação e têm acesso aos fatos compreendem com muita clareza que, por várias razões, as autoridades ucranianas são o obstáculo principal ao cumprimento total dos Acordos de Minsk".
E mesmo sabendo das violações dos acordos alcançados, o Ocidente não faz nada, frisa Lavrov.
Em finais de maio, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, tinha declarado que só iria negociar com as autoridades de Donbass depois das eleições locais, convocadas para finais de outubro do ano em curso.
Nesta quinta-feira, Sergei Lavrov voltou a afirmar que a Ucrânia está prejudicando os Acordos de Minsk.
"Os Acordos de Minsk de 12 de fevereiro estão sob constante ameaça de suspensão por causa das ações das autoridades de Kiev que tentam abandonar as suas obrigações de estabelecer o diálogo direto com Donbass", disse Lavrov hoje, durante uma conferência dedicada à segurança regional da Organização de Cooperação de Xangai.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150604/1213877.html#ixzz3c93QezXI

domingo, 3 de maio de 2015

ARÁBIA SAUDITA ACUSADA DE ENVIAR TROPAS PARA O YEMEN

Força 'limitada' coalizão chão em Aden, Iêmen, mais próximos - relatórios

03 de maio de 2015 10:34: tempo Publicado
tempo Editado: 03 de maio de 2015 13:56
Arquivo de foto: Os membros dos Comitês de Resistência do sul homem um tanque durante confrontos com combatentes Houthi em cidade do sul do Iêmen de Aden 23 de abril de 2015. (Reuters / Stringer)
Arquivo de foto: Os membros dos Comitês de Resistência do sul homem um tanque durante confrontos com combatentes Houthi em cidade do sul do Iêmen de Aden 23 de abril de 2015. (Reuters / Stringer)
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A "limitada" força Arábia liderado está no terreno em porto estratégico do Iêmen de Aden e mais tropas estão a caminho, um funcionário do governo confirmou à AFP. Cerca de 20 soldados desembarcaram na cidade para uma missão de "reconhecimento", AP relata.
A força de coalizão limitado entrou Aden e uma outra força está a caminho "para Aden, o oficial comandante e disse a agência em termos de anonimato.
As forças sauditas levou " vai começar a ajudar-nos na luta contra "os rebeldes Houthi, um dos principais membros dos Comitês Populares, também disse a agência. O PC são uma milícia recrutada localmente leais ao presidente Abd expulso Rabbu Mansour Hadi.
Similar relatórios apareceu no local, Al-Ghad diário, que reivindicou as forças terrestres entraram no aeroporto. O jornal está ligado a separatistas do sul, que exigem a restauração do estado do sul que se fundiu com o Iêmen do Norte há 15 anos.

AP relata 20 soldados foram mobilizados pela coalizão liderada pelos saudita em Aden. No entanto, Ali al-Ahmed, porta-voz da Southern Resistência Popular, um grupo anti-Houthi, diz que há até 50 árabes soldados das forças especiais.
"As forças terrestres conjunta da coalizão Árabe desembarcou em Aden, no domingo e agora estão participando com a resistência sul de lutar em torno aeroporto de Aden", disse ele. "É uma força limitada -. ​​40-50 de forças especiais"
Al-Ahmed mais tarde retirou sua declaração dizendo que os lutadores em Aden eram iemenitas.
Um porta-voz da coalizão liderada Arábia, o brigadeiro-general Ahmed Asseri, também negou as acusações dizendo que os estados árabes não contemplou qualquer operação terrestre importante na porta.
"Não há forças estrangeiras em Aden, mas a coalizão continua a ajudar a lutar contra a milícia Houthi,"disse Asseri em um comunicado.
A luta continuou na cidade portuária estratégica de Aden, no domingo, fontes locais à Reuters, acrescentando que a cidade tem visto batalhas ferozes durante três dias. Os ataques foram registrados em bairros centrais da cidade de Mualla e Khor Maksar, perto da principal porto comercial, bem como em torno de um acampamento militar e do aeroporto.

A operação liderada pela Arábia contra as forças da milícia Houthi entrou em sua sexta semana. Cerca de 1.250 pessoas foram mortas, e pelo menos 5.044 pessoas feridas entre 19 de março e 27 de abril, a Organização Mundial da Saúde disse na sexta-feira. Estimativas locais no terreno são muito maiores.
Rebeldes Houthi assumiu o controle da capital Sanaa, em setembro de 2014, em um movimento que forçou o presidente sunita Abd-Rabbu Mansour Hadi a fugir para a Arábia Saudita. Eles estão lutando para controle de Aden, que é o lar de cerca de 800.000 pessoas.
Em 21 de abril, a Arábia Saudita disse que a primeira fase da campanha, de codinome operação"Tempestade decisiva", havia alcançado todos os seus objetivos e foi concluído. A nova fase, a operação "Restaurando Esperança", foi anunciado com foco na diplomacia, mas não descartou novos ataques aéreos.


http://rt.com/news/255237-yemen-ground-force-coalition/

quarta-feira, 29 de abril de 2015

DAJJAL O ANTICRISTO

AL DAJJAL, O MALDITO

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Eliel Roshveder 

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sábado, 21 de fevereiro de 2015

A LUTA DOS EUA PARA REMOVER O ESTADO ISLAMICO

Combate contra Estado Islâmico

Poderão os EUA destruir o Estado Islâmico?

© AFP 2015/ AHMAD AL-RUBAYE
MUNDO
(atualizado 12:16 21.02.2015)
Vadim Makarenko
1202121
O presidente Obama vê o Estado Islâmico (EI) exclusivamente como uma organização terrorista, extremamente violenta, mas primitiva e bastante fácil de entender.
Ele não considera que ele tenha uma natureza islâmica, nem que seja um Estado pelo seu desenvolvimento sociopolítico. Ele não vê, ou pelo menos não aponta, as razões que provocaram seu aparecimento.
Por isso ele compara o EI a um tumor maligno e o objetivo de sua estratégia é enfraquecê-lo e destruí-lo. Mas será possível resolver os problemas que criaram o EI através de uma estratégia antiterrorista?
Os EUA obtêm sucesso onde possuem uma supremacia técnica e militar indiscutível. A aviação da coalizão elimina quadros dirigentes, destrói material militar e efetivos do EI. Com seu apoio, os peshmerga curdos, a milícia xiita e as unidades do exército regular iraquiano reconquistam, apesar de lentamente, os territórios perdidos. Contudo, também aqui ainda falta alcançar os objetivos principais: Mossul e quase toda a província de Anbar (um terço do território do Iraque) continuam nas mãos do EI, apenas os curdos da Síria estão empurrando o EI.
O problema é que, apesar dos frequentes êxitos da coalizão, a situação tanto no Oriente Médio, em geral, como no Iraque e na Síria, está se agravando. O EI continua mantendo a iniciativa na Síria e no Iraque. Basta dizer que nas últimas semanas foram realizadas vários ataques muito perigosos. O ataque a Kirkuk, apesar de ter ceifado muitas vidas e dezenas de peshmerga terem sido feitos prisioneiros, terminou em falho, mas o EI conseguiu conquistar a cidade de Al-Baghdadi, localizada na vizinhança imediata da maior base aérea iraquiana, onde se encontram várias centenas de militares norte-americanos.
Além disso, as organizações terroristas ligadas ao EI efetuam incursões armadas na Nigéria e na Líbia, assim como realizam um trabalho subversivo em praticamente todos os países do Oriente Médio.
No final, o próprio presidente Obama reconheceu, depois de seis meses de bombardeios cirúrgicos, que a guerra contra o EI não pode ser limitada a ataques aéreos contra apenas uma das muitas organizações terroristas. Ele solicitou ao Congresso autorização para realizar operações militares contra o EI.
Isso suscitou nos EUA sérias discussões com o tema “Estaremos a vencer o EI?”, nos quais se verifica a preocupação dos políticos pelo fato de os Estados Unidos, não tendo ainda terminado a retirada de suas tropas do Afeganistão, já se estar envolvendo em mais uma guerra. Muitos sentem que a guerra no Oriente Médio não tem fim, só a epopeia norte-americana no Iraque já dura há mais de 20 anos, tendo começado ainda no tempo de Bush pai. Mas dificilmente alguém poderá dizer que ela esteja terminando. Porquê?
A crise político-militar no Oriente Médio permanece porque os problemas se mantêm. Sempre se recorre a forças exteriores para restabelecer um status quo político-militar e sociopolítico há muito ultrapassado. Disso resulta que se mudam as personalidades e organizações, mas os problemas permanecem.
Sem dúvida que o EI atua de forma extremamente desumana e usa métodos criminosos. Quase todas as ações dessa organização correspondem a crimes contra a humanidade. Mas não nos podemos limitar à definição desse e de outros movimentos que surgem constantemente no Oriente Médio como terroristas. Isso não revela as causas de sua origem.
A questão é: quais são os processos objetivos que impedem o restabelecimento da paz no Oriente Médio? Será possível resolver os problemas regionais no âmbito de uma estratégia antiterrorista, eliminando terroristas concretos ou mesmo organizações inteiras, que são quase instantaneamente substituídas por outras? A resposta é: não.
Mesmo que se trate apenas da possibilidade de o EI ser derrotado militarmente, a questão está longe de ser simples. Isso é referido por Shamil Sultanov, especialista em Oriente Médio e presidente do centro de pesquisas estratégicas Rússia-Mundo Islâmico:
“Neste momento é impossível destruir o EI. Atualmente, apenas dois exércitos do Oriente Médio têm capacidade para vencer o EI – o turco e o iraniano. Mas nem um, nem outro, querem fazê-lo. Os turcos não querem porque isso iria provocar imediatamente o afastamento dos árabes sunitas e poderia originar problemas na própria Turquia, porque na Turquia existem bastantes radicais que se oporiam vigorosamente. Já para o Irã, uma guerra contra o EI significaria uma declaração de guerra a todo o mundo sunita.
“O EI é um exército que foi criado para operações de sabotagem e clandestinas do tipo guerra de guerrilha. Eles começam alargando sua rede de agentes na Arábia Saudita e na Jordânia. Irá simplesmente começar uma guerra de guerrilha muito longa, muito complexa e muito desgastante, que irá resultar em desestabilização de muitos países.
“Qual é a estratégia norte-americana? Eles não sabem que fazer. Este é um tipo de guerra completamente novo, uma guerra contra um inimigo radicalmente diferente. Esta guerra será longa.”
É necessária uma compreensão de toda a profundidade dos problemas que o Oriente Médio hoje enfrenta. Sem isso, as tentativas para resolver esses problemas não obterão resultados e o estado de guerra será permanente nessa região.


Leia mais: http://br.sputniknews.com//mundo/20150221/232216.html#ixzz3SQVjZv1p



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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Russia procura instalar bases em Nicaragua, Cuba e Venezuela


Ministro da Defesa da Rússia Sergei Shoigu

Sergei Shoigu visita a América Latina para negociar cooperação militar

© Sputnik/ Aleksandr Vilf
MUNDO
(atualizado 13:44 11.02.2015)
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O ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, inicia hoje uma visita à América Latina, informa a agência Tass. O chefe do departamento militar visitará a Venezuela, Nicarágua e Cuba. O tema principal da viagem, que durará até dia 14 de fevereiro, será a cooperação militar e técnico-militar com os países da região.
Em Caracas Sergei Shoigu travará negociações com o seu homólogo venezuelano Vladimir Padrino López e o presidente da República Bolivariana, Nicolás Maduro. "Durante os encontros os lados discutirão as atuais questões da cooperação militar e técnico-militar e trocarão opiniões sobre os problemas principais da segurança global e regional", informou um representante do Ministério da Defesa da Rússia.
Ao mesmo tempo, segundo informa a Tass, a assinatura de acordos ou contratos não está na agenda. Anteriormente Sergei Shoigu tinha afirmado a necessidade de expandir a presença militar russa em várias regiões, inclusive na América Latina. A mídia falou da discussão sobre o possível baseamento de navios e aviões russos em alguns países da região.
Durante os últimos anos a Rússia intensificou a cooperação técnico-militar com a Venezuela. Assim, o montante de contratos assinados com Venezuela chegou a 11 bilhões de dólares na primavera de 2013.
No fim da primeira década dos anos 2000 a Rússia restaurou a cooperação com a Nicarágua, que tinha sido suspendida depois do colapso da URSS. Analistas dizem que nos próximos anos o tema principal de cooperação poderá ser a segurança da construção do canal da Nicarágua, iniciada no outono de 2014.


Leia mais: http://br.sputniknews.com//mundo/20150211/126232.html#ixzz3RZtGgxCa



http://br.sputniknews.com/mundo/20150211/126232.html

domingo, 8 de fevereiro de 2015

o segredo DO COSMOS

Cosmos e Dimensões.
Conheça este ebook, o Apocalipse já começou.
Não estamos sozinhos no universo, cada ato nosso está ligado a um conjunto de fatores.
Há uma guerra oculta entre anjos e dragões pelo controle da terra e de todo o universo.
Esta guerra está relatada em Apocalipse 12.
Yeshua já tem a chave da vitória, mas infelizmente mas de 90% da humanidade ainda não o aceitam, isso fortalece as forças do caos que controlam e massacram o planeta.
Saiba o que está acontecendo no mundo.
Conheça esta obra.
O Apocalipse já começou.

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Obra que estuda os grandes segredos do Universo que interagem na terra para gerar o Apocalipse. Cosmos e Dimensões é a ação dos mundos paralelos...
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