sábado, 21 de fevereiro de 2015

A LUTA DOS EUA PARA REMOVER O ESTADO ISLAMICO

Combate contra Estado Islâmico

Poderão os EUA destruir o Estado Islâmico?

© AFP 2015/ AHMAD AL-RUBAYE
MUNDO
(atualizado 12:16 21.02.2015)
Vadim Makarenko
1202121
O presidente Obama vê o Estado Islâmico (EI) exclusivamente como uma organização terrorista, extremamente violenta, mas primitiva e bastante fácil de entender.
Ele não considera que ele tenha uma natureza islâmica, nem que seja um Estado pelo seu desenvolvimento sociopolítico. Ele não vê, ou pelo menos não aponta, as razões que provocaram seu aparecimento.
Por isso ele compara o EI a um tumor maligno e o objetivo de sua estratégia é enfraquecê-lo e destruí-lo. Mas será possível resolver os problemas que criaram o EI através de uma estratégia antiterrorista?
Os EUA obtêm sucesso onde possuem uma supremacia técnica e militar indiscutível. A aviação da coalizão elimina quadros dirigentes, destrói material militar e efetivos do EI. Com seu apoio, os peshmerga curdos, a milícia xiita e as unidades do exército regular iraquiano reconquistam, apesar de lentamente, os territórios perdidos. Contudo, também aqui ainda falta alcançar os objetivos principais: Mossul e quase toda a província de Anbar (um terço do território do Iraque) continuam nas mãos do EI, apenas os curdos da Síria estão empurrando o EI.
O problema é que, apesar dos frequentes êxitos da coalizão, a situação tanto no Oriente Médio, em geral, como no Iraque e na Síria, está se agravando. O EI continua mantendo a iniciativa na Síria e no Iraque. Basta dizer que nas últimas semanas foram realizadas vários ataques muito perigosos. O ataque a Kirkuk, apesar de ter ceifado muitas vidas e dezenas de peshmerga terem sido feitos prisioneiros, terminou em falho, mas o EI conseguiu conquistar a cidade de Al-Baghdadi, localizada na vizinhança imediata da maior base aérea iraquiana, onde se encontram várias centenas de militares norte-americanos.
Além disso, as organizações terroristas ligadas ao EI efetuam incursões armadas na Nigéria e na Líbia, assim como realizam um trabalho subversivo em praticamente todos os países do Oriente Médio.
No final, o próprio presidente Obama reconheceu, depois de seis meses de bombardeios cirúrgicos, que a guerra contra o EI não pode ser limitada a ataques aéreos contra apenas uma das muitas organizações terroristas. Ele solicitou ao Congresso autorização para realizar operações militares contra o EI.
Isso suscitou nos EUA sérias discussões com o tema “Estaremos a vencer o EI?”, nos quais se verifica a preocupação dos políticos pelo fato de os Estados Unidos, não tendo ainda terminado a retirada de suas tropas do Afeganistão, já se estar envolvendo em mais uma guerra. Muitos sentem que a guerra no Oriente Médio não tem fim, só a epopeia norte-americana no Iraque já dura há mais de 20 anos, tendo começado ainda no tempo de Bush pai. Mas dificilmente alguém poderá dizer que ela esteja terminando. Porquê?
A crise político-militar no Oriente Médio permanece porque os problemas se mantêm. Sempre se recorre a forças exteriores para restabelecer um status quo político-militar e sociopolítico há muito ultrapassado. Disso resulta que se mudam as personalidades e organizações, mas os problemas permanecem.
Sem dúvida que o EI atua de forma extremamente desumana e usa métodos criminosos. Quase todas as ações dessa organização correspondem a crimes contra a humanidade. Mas não nos podemos limitar à definição desse e de outros movimentos que surgem constantemente no Oriente Médio como terroristas. Isso não revela as causas de sua origem.
A questão é: quais são os processos objetivos que impedem o restabelecimento da paz no Oriente Médio? Será possível resolver os problemas regionais no âmbito de uma estratégia antiterrorista, eliminando terroristas concretos ou mesmo organizações inteiras, que são quase instantaneamente substituídas por outras? A resposta é: não.
Mesmo que se trate apenas da possibilidade de o EI ser derrotado militarmente, a questão está longe de ser simples. Isso é referido por Shamil Sultanov, especialista em Oriente Médio e presidente do centro de pesquisas estratégicas Rússia-Mundo Islâmico:
“Neste momento é impossível destruir o EI. Atualmente, apenas dois exércitos do Oriente Médio têm capacidade para vencer o EI – o turco e o iraniano. Mas nem um, nem outro, querem fazê-lo. Os turcos não querem porque isso iria provocar imediatamente o afastamento dos árabes sunitas e poderia originar problemas na própria Turquia, porque na Turquia existem bastantes radicais que se oporiam vigorosamente. Já para o Irã, uma guerra contra o EI significaria uma declaração de guerra a todo o mundo sunita.
“O EI é um exército que foi criado para operações de sabotagem e clandestinas do tipo guerra de guerrilha. Eles começam alargando sua rede de agentes na Arábia Saudita e na Jordânia. Irá simplesmente começar uma guerra de guerrilha muito longa, muito complexa e muito desgastante, que irá resultar em desestabilização de muitos países.
“Qual é a estratégia norte-americana? Eles não sabem que fazer. Este é um tipo de guerra completamente novo, uma guerra contra um inimigo radicalmente diferente. Esta guerra será longa.”
É necessária uma compreensão de toda a profundidade dos problemas que o Oriente Médio hoje enfrenta. Sem isso, as tentativas para resolver esses problemas não obterão resultados e o estado de guerra será permanente nessa região.


Leia mais: http://br.sputniknews.com//mundo/20150221/232216.html#ixzz3SQVjZv1p



http://br.sputniknews.com/mundo/20150221/232216.html

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Russia procura instalar bases em Nicaragua, Cuba e Venezuela


Ministro da Defesa da Rússia Sergei Shoigu

Sergei Shoigu visita a América Latina para negociar cooperação militar

© Sputnik/ Aleksandr Vilf
MUNDO
(atualizado 13:44 11.02.2015)
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O ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, inicia hoje uma visita à América Latina, informa a agência Tass. O chefe do departamento militar visitará a Venezuela, Nicarágua e Cuba. O tema principal da viagem, que durará até dia 14 de fevereiro, será a cooperação militar e técnico-militar com os países da região.
Em Caracas Sergei Shoigu travará negociações com o seu homólogo venezuelano Vladimir Padrino López e o presidente da República Bolivariana, Nicolás Maduro. "Durante os encontros os lados discutirão as atuais questões da cooperação militar e técnico-militar e trocarão opiniões sobre os problemas principais da segurança global e regional", informou um representante do Ministério da Defesa da Rússia.
Ao mesmo tempo, segundo informa a Tass, a assinatura de acordos ou contratos não está na agenda. Anteriormente Sergei Shoigu tinha afirmado a necessidade de expandir a presença militar russa em várias regiões, inclusive na América Latina. A mídia falou da discussão sobre o possível baseamento de navios e aviões russos em alguns países da região.
Durante os últimos anos a Rússia intensificou a cooperação técnico-militar com a Venezuela. Assim, o montante de contratos assinados com Venezuela chegou a 11 bilhões de dólares na primavera de 2013.
No fim da primeira década dos anos 2000 a Rússia restaurou a cooperação com a Nicarágua, que tinha sido suspendida depois do colapso da URSS. Analistas dizem que nos próximos anos o tema principal de cooperação poderá ser a segurança da construção do canal da Nicarágua, iniciada no outono de 2014.


Leia mais: http://br.sputniknews.com//mundo/20150211/126232.html#ixzz3RZtGgxCa



http://br.sputniknews.com/mundo/20150211/126232.html

domingo, 8 de fevereiro de 2015

o segredo DO COSMOS

Cosmos e Dimensões.
Conheça este ebook, o Apocalipse já começou.
Não estamos sozinhos no universo, cada ato nosso está ligado a um conjunto de fatores.
Há uma guerra oculta entre anjos e dragões pelo controle da terra e de todo o universo.
Esta guerra está relatada em Apocalipse 12.
Yeshua já tem a chave da vitória, mas infelizmente mas de 90% da humanidade ainda não o aceitam, isso fortalece as forças do caos que controlam e massacram o planeta.
Saiba o que está acontecendo no mundo.
Conheça esta obra.
O Apocalipse já começou.

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Obra que estuda os grandes segredos do Universo que interagem na terra para gerar o Apocalipse. Cosmos e Dimensões é a ação dos mundos paralelos...
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Hierarquias e dominações, a luta pelo controle

o MISTÉRIO DO UFOS E SUA LIGAÇÃO COM NEFILINS.

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Obra que aborda cabala, sephiroth, grandes segredos do universo. A ligação entre os mundos e a atuação destas hierarquias no presente e no futuro do planeta. Vivemos uma guerra entre dimensões... Vivemos uma guerra entre hierarquias e...
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Em vários acontecimentos catastróficos no mundo os OVNIS são vistos, eles parecem saber o que vai acontecer de antemão e estão ali para monitorar os eventos que vão alterar o futuro do planeta. Isso tudo está ligado a hierarquias e dominações superiores. Muitos terremotos e catástrofes que assolam o mundo são reflexos da guerra nos universos paralelos dos anjos de Hashem contra as forças do caos. Esta guerra é citada em Apocalipse 12 e está decidindo o futuro do planeta, o Apocalipse é quando estas hierarquias lutarão no físico, invadirão a terra para o controle, a terra será disputada numa batalha terrível entre o Dragão e Mikael.
Conheça esta obra.
Ela mostra o Apocalipse já acontecendo nos mundos paralelos.
Em breve a terra passará por grandes mudanças.
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Vivemos a ultima hora, o Apocalipse se aproxima.
Adicionem teus amigos ao TRIANGULO DOURADO, vamos denunciar a conpiração.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Gorbachev fala contra expansão da OTAN em direção a Russia

Mikhail Gorbachev: “América deve ser parada. Parada amigavelmente”.

Mikhail Gorbachev, foto de arquivo
Mikhail Gorbachev, foto de arquivo

O primeiro presidente da URSS, Mikhail Gorbachev, falou em entrevista à apresentadora do canal de TV Russia Today, Sophie Shevardnadze, de sua avaliação da situação atual no mundo, da expansão da OTAN para leste, das sanções antirrussas e da Crimeia.

Apresentamos aqui uma versão resumida da entrevista.
– Quando foi negociada a unificação da Alemanha, o secretário de Estado dos EUA disse que a OTAN não se moveria para o leste da Alemanha nem por uma polegada. Essas conversas não se tornaram documentos, ninguém foi obrigado a fazer nada. Agora, quando as paixões estão em alta, chegar a um acordo semelhante sobre a Ucrânia é ainda mais impossível. A OTAN não vai parar até chegar às fronteiras da Rússia?
– A America está se intrometendo aqui. Olhando o que faz a América a Rússia também faz seus passos, às vezes desnecessários. Assim tudo isso cresce.
Os norte-americanos já estão em todo lado. Ora eles estão instalando defesa antimíssil em todas as cidades, por todas as fronteiras, ora estão abrindo bases militares.
Há dias dei uma entrevista à revista The Time. Eu disse-lhes: “Eu não entendo vocês. Ainda Eisenhower vos advertiu sobre o que têm a temer. O perigo está no complexo militar-industrial. E a OTAN está se intrometendo em tudo, não lhe chega o espaço que lhe foi destacado. O que está acontecendo com vocês? A América agora não vive sem que o complexo militar-industrial se desenvolva, sem que o comércio de armas se expanda, sem que as despesas em guerra aumentem. Vocês não conseguem viver sem isso?”.
Responderam-me: “Não. Parece que não”.
Aí eu disse: “Então escute, então esta é uma sociedade doente. Ela deve ser tratada”.
– Para quê a OTAN continua seu movimento para leste, na sua opinião?
– Tal é a sua cultura política. E militar. John F. Kennedy, um homem que viveu a crise do Caribe, disse: “Escutem, vamos deixar de demonizar os russos. Eles são como nós. Eles querem criar seus filhos, viver em paz, alegrar-se, e assim por diante”.
Que outra coisa dizia John F. Kennedy? “Se você acha que o futuro do mundo é a Pax Americana, você está errado. Ou o mundo é para todos, ou não há mundo”. Absolutamente certo. Duro, grave, mas do jeito que realmente é.
E agora tudo começou com os americanos que de repente começaram a afirmar-se... A Guerra Fria acabou, nós acabamos com ela juntos, e isso é uma vitória comum para todos os povos. Os norte-americanos dizem: “Como assim? Nós vencemos, vencemos na Guerra Fria. Nós”.
Como queiram, desfrutem, se quiserem, por assim dizer. Mas daí segue que se os americanos venceram, eles concluem: “Nós não precisamos mudar nada. Nós vencemos, o mundo está aos nossos pés. Para quê mudar seja o que for? Nós estamos conduzindo a política certa”. E a coisa mais extrema – eles começaram a propôr criar uma nova... superpotência, um super-império. A América quer mandar no mundo inteiro.
Tantas forças que nós gastamos em nosso tempo, tantos recursos. Finalmente chegamos à paz, começamos a mover-nos... e tudo isso em vão?
É possível chegar a acordos se surge fé, confiança mútua. Havia confiança, e nós conseguíamos isso. E depois este império. Os norte-americanos se perderam. Qualquer tentativa de criar um mundo unilateral, unipolar são um absurdo, um disparate.
– Você é prêmio Nobel da Paz. E Obama Barack também é ganhador do prêmio Nobel da Paz. O que você pensa disso, que ele é um colega seu, um companheiro de clube, por assim dizer?
– Para ele isso era como que adiantado – isso também pode acontecer na política. Um dia eu estava dando uma palestra em St. Louis. Quando terminei, um jovem se levanta e pergunta: “Sr. presidente, o que pode nos aconselhar, aos norte-americanos ?” Eu disse: “De que se trata?” “Bem, você vê como as coisas estão ruins aqui. E cada vez piores na América”. Eu disse: “Ora bem, você sabe, isso é algo novo. Até agora, era a América que nos dava conselhos a todos. Embora ninguém a pedia, ela dava conselhos. Não, eu não vou vos dar conselhos. Vocês, norte-americanos, têm tudo o necessário para compreender e decidir por conta própria”.
Então se levanta outro e diz: “Eu quero apoiar o meu colega. Diga, por favor. Vocês já passaram por tudo isso. Nós também precisamos fazer algo”. Eu disse: “Bem, eu não vou vos dar nenhum calendário ou menu. Eu só acho que a América precisa de sua própriaperestroika”. Essas 10 ou 15 mil pessoas que estavam na plateia se levantaram e aplaudiram de pé.
– Você também disse numa entrevista que os Estados Unidos se comportam como um policial do mundo. E acreditam que só eles podem proteger o mundo. E quem é seu inimigo? Contra quem eles se estão defendendo?
– Eu acho que eles não têm ninguém de quem se defender, isso é rebuscado. Eles precisam de um inimigo para voltar à velha política de pressão, de comando. Eles não podem viver sem isso. Portanto, a América deve ser parada. Parada amigavelmente, como a um parceiro.
Acho que devemos ser realistas. Os Estados Unidos da América são um fenômeno que deve ser tomado em conta no mundo, e eles têm certos direitos de dizer palavras sérias e tomar certas decisões no interesse de todo o mundo, mas a liderança hoje só pode ser de parceria, coletiva.

As opiniões expressas são de responsabilidade do entrevistado

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_12_22/Mikhail-Gorbachev-America-deve-ser-parada-Parada-amigavelmente-1733/

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Aumenta a tensão em Jerusalém


fonte

http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2014/11/jerusalem-tense-amid-home-demolitions-20141120142515555572.html

Jerusalém tensa em meio a demolições de casas

Confrontos entre palestinos e forças de segurança israelenses irrompem como famílias de atacantes mortos receber avisos da polícia.

Última atualização: 20 de novembro de 2014 21:06
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As forças de segurança israelenses dispararam gás lacrimogêneo contra os manifestantes em Jerusalém Oriental ocupada como as tensões permanecem altas durante demolições de casas ordenadas pelo primeiro-ministro israelense, após um ataque mortal de dois palestinos em uma sinagoga no início desta semana.
Jovens palestinos na sexta-feira atiraram pedras contra os camiões e carros à espera para atravessar um obstáculo como a polícia israelense entregou avisos casa demolição para as famílias de duas das pessoas responsáveis ​​pelo ataque de terça-feira na sinagoga Kehilat Bnai Torah em Jerusalém Ocidental.
Israel ordens de demolição de casas dos atacantes
Fontes Al Jazeera disseram que pelo menos 12 pessoas ficaram feridas em confrontos com a polícia perto de Abu Dis, nos arredores de Jerusalém.
Confrontos pesados ​​também foram relatados em Jabal al-Makbar, a sudeste de Jerusalém, mas número de vítimas é desconhecido.
Ele veio um dia depois de o pessoal de segurança israelenses destruíram uma casa em Jerusalém Oriental pela primeira vez em cinco anos.
Embora a tática causou muita controvérsia e debate sobre a sua eficácia, Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, tem intensificado as ordens de demolição em que ele chama de um esforço para acabar com a violência.
Disse Abu Jamal, um primo dos dois atacantes sinagoga, segundo a polícia convocou suas famílias na quinta-feira e emitiu as ordens de demolição.
Os dois primos palestinos de Jerusalém Oriental - Ghassan Abu Jamal e Oday - entrou em uma sinagoga lotada na terça-feira de manhã, matando quatro fiéis e um policial drusa árabe com cutelos e tiros antes de serem mortos.
Al Jazeera em árabe na quinta-feira informou que a tenda funeral de um dos primos foi invadido por forças israelenses.
Mais notificações de demolição
Adnan Husseini, a Autoridade ministro palestino para Assuntos de Jerusalém, disse que as famílias dos outros dois atacantes palestinos - Ibrahim al-Akari e Moataz Hijazi - recebeu avisos semelhantes na quinta-feira.
Um porta-voz da polícia israelense disse que estava verificando o relatório.
Linha do tempo: Uma revisão dos eventos críticos que marcaram a história de al-Aqsa em Jerusalém.

Al-Akari foi baleado pelas forças de segurança, depois de matar dois israelenses no início deste mês, quando ele dirigia seu carro em uma estação de metro ligeiro de Jerusalém.
A polícia israelense também matou Hijazi após ele ter atirado e ferido gravemente um ativista israelense que tem feito lobby para um maior acesso judaica a um local religioso de Jerusalém sensível em outubro.
Onze pessoas morreram em cinco incidentes separados, nas últimas semanas, a maioria deles em Jerusalém, mas também em Tel Aviv e na Cisjordânia ocupada.
Pelo menos cinco palestinos envolvidos nos ataques foram mortos.
A violência ocorreu num contexto de tensões sobre o acesso ao site de Jerusalém mais sagrado islâmico, composto al-Aqsa ou Haram al-Sharif, conhecido pelos judeus como o Monte do Templo.
Os palestinos temem que Israel quer permitir que os judeus para rezar lá, quebrando um status quo em vigor desde 1967.
Netanyahu e outros líderes israelenses têm repetidamente negado o pedido, mas os políticos nacionalistas têm cada vez mais agitado tensões por visitar o site.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Ucrania aproxima Otan da Russia, causando perigo de III Guerra

Ucrânia aproxima OTAN das fronteiras da Rússia

Ucrania, OTAN, Russia, crise, exercito
Foot de arquivo

A OTAN irá realizar na Ucrânia, entre 15 e 26 de setembro, as manobras militares Tridente Rápido. Essa decisão foi anunciada a 4 de setembro na cúpula da Aliança no País de Gales. Militares de 15 países da OTAN irão entrar no território desse país vizinho da Rússia.

O Plano de Prontidão de Ação da OTAN prevê o reforço das Forças de Reação Rápida. Isso irá ser feito através de um corpo especial de elevada prontidão composto por cerca de 4 mil elementos. A OTAN prtende igualmente aumentar seu destacamento aéreo na Estônia. Simultaneamente, no mar Negro entra o terceiro contratorpedeiro dos EUA.
O aumento da presença aérea e naval perto das fronteiras da Rússia será reforçado com a criação de até cinco bases terrestres da OTAN na Europa Oriental. Todas essas ações prtendem abertamente aumentar a confrontação e agrava significativamente a ameaça à segurança nacional da Rússia. Essas ações da OTAN irão, naturalmente, obrigar a Rússia a tomar medidas de resposta, considera o perito militar Viktor Baranets:
“O bloco militar tenta exercer uma pressão total sobre a Rússia para que ela atue e se comporte da forma que convém à Aliança. E à OTAN convém só uma coisa: que a Rússia deixe de exercer qualquer influência no desenvolvimento da situação na Ucrânia, para que essa situação evolua de acordo com o cenário da OTAN e não da Rússia. Tudo isso contém muita malícia, hipocrisia, mentira e provocação. Neste momento se decide um problema histórico a nível global – o mundo não pode ser monopolar. É precisamente a Ucrânia que se torna na plataforma em que a OTAN tenta reforçar sua doutrina de supremacia mundial e não deixar a Rússia se tornar numa das forças de um mundo multipolar.”
As manobras da OTAN em território da Ucrânia, numa situação em ela está de fato envolvida numa guerra civil, é uma ameaça evidente. Sobretudo uma ameaça à estabilidade na Europa. Também se trata de um teste à resistência política e à clarividência de Moscou. Entretanto seria ridículo dizer que isso poderia assustar de alguma forma a Rússia, considera o perito do Instituto de Estudos Estratégicos da Rússia Serguei Mikhailov:
“É evidente que nem os aviões na Estônia, nem os três navios que irão navegar no mar Negro, nem as manobras no ocidente da Ucrânia irão influenciar de alguma maneira a posição da liderança político-militar da Rússia relativamente ao conflito na Ucrânia. Isso é completamente evidente. Simplesmente, Barack Obama precisa de demonstrar que é um presidente forte. Nesse aspeto a OTAN não inventou nada melhor que exibir músculos militares, apesar de esses músculos serem, sinceramente, fraquinhos. Isso deve ser, provavelmente, calculado para consumo interno da OTAN, mais como uma forma de acalmar de alguma maneira os círculos mais histéricos nos Países Bálticos do que uma verdadeira tentativa de pressionar a Rússia. Isso é inútil. Eu penso que os próprios norte-americanos compreendem isso perfeitamente.”
A cúpula da OTAN reforçou claramente a aposta no agravamento das relações dos EUA e da Europa com a Rússia. Tanto mais que ele deu o seu aval à União Europeia para novas sanções contra a Rússia. Simultaneamente ele assegurou Kiev do seu apoio e disponibilizou apoio militar ao presidente da Ucrânia Piotr Poroshenko. Moscou irá decidir por si própria de quem ser amigo e de que forma. Entretanto as amabilidades que a OTAN demonstrou em relação à Ucrânia irão, provavelmente, enviar um falso sinal ao “partido da guerra” em Kiev, o qual provocou uma guerra civil no leste do país.
A OTAN sempre se pronuncia categoricamente contra a prestação de auxílio militar a uma das partes em um conflito militar. Mas no País de Gales os países-membros da OTAN prometeram a Kiev material e equipamento “letal e não-letal”. Disponibilizaram 15 milhões de dólares para o reforço das estruturas militares. Isso é um estímulo direto à operação militar no leste do país. Também é mais um motivo para os milicianos do leste da Ucrânia duvidarem da sinceridade das declarações de Piotr Poroshenko sobre o início de um abrandamento da crise.

http://portuguese.ruvr.ru/2014_09_06/Ucr-nia-aproxima-OTAN-das-fronteiras-da-R-ssia-1873/
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