sábado, 17 de outubro de 2015

SOLDADOS CUBANOS LUTANDO NA SIRIA AO LADO DA RUSSIA, AGORA É O APOCALIPSE

Bandeira cubana

Cuba envia militares à Síria em apoio à operação da Rússia contra Estado Islâmico

© AP Photo/ Andrew Harnik
MUNDO
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A Fox News revelou nesta quinta-feira, 15, que militares cubanos estão combatendo terroristas do Estado Islâmico na Síria ao lado das tropas do governo de Bashar Assad. Além disso, segundo informou um alto funcionário do governo dos EUA, a maioria desses homens participa de ações militares em tanques russos.

A informação, que havia sido publicada de forma inédita num relatório do Instituto de Pesquisas Cubanas e Cubano-Americanas da Universidade de Miami, foi confirmada pelo porta-voz oficial da Casa Branca, Josh Earnest, em entrevista à Fox.
Ele revelou que, segundo tudo indica, forças especiais cubanas estariam combatendo ao lado de tropas sírias para fornecer um maior apoio terrestre à operação aérea promovida pela Rússia contra o Estado Islâmico.
Segundo o relatório do instituto da Universidade de Miami, recentemente o chefe das Forças Armadas de Cuba visitou a Síria junto a um grupo de militares para prestar apoio à operação russa. O documento destacou ainda que a maioria das forças cubanas estaria operando tanques de fabricação russa em cooperação com as forças de Assad.
Na quarta-feira, 14, Josh Earnest advertiu contra quaisquer comparações ou paralelos com a Guerra Fria. Em entrevista à Fox, no entanto, ele comparou o fato com a intervenção cubana em Angola, o que, por sua vez, é por si só uma referência a um dos episódios da antiga rivalidade entre Rússia e EUA, quando, na década de 1970, tropas cubanas lutaram ao lado da União Soviética em vários países da África Central.
Earnest acrescentou ainda que, possivelmente, essas forças de Cuba passaram por um treinamento militar na Rússia antes de desembarcar na Síria em aviões cubanos vindos diretamente do território russo.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151015/2448909/cuba-envia-militares-a-siria-em-apoio-operacao-da-russia-contra-estado-islamico.html#ixzz3osSNqG21

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Russia reage as sanções dos EUA

Vista do edifício do Ministério das Relações Exteriores russo em Moscou, Rússia

Chancelaria da Rússia reage à expansão das sanções pelos EUA

© AP Photo/ Dmitry Lovetsky
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Ao introduzir novas sanções contra empresas e cidadãos russos os EUA mostraram mais uma vez a sua escolha pelo aumento da confrontação, diz uma nota oficial publicada nesta sexta-feira, 31, pelo ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Na quinta-feira, 30, o ministério das Finanças dos EUA informou sobre a introdução de sanções em relação a novas 11 pessoas físicas e 15 pessoas jurídicas da Rússia. A lista inclui, entre outros, o empresário Roman Rotenberg e o filho do ex-presidente da Ucrânia Aleksader Yanukovich. Na relação também constam a Fábrica Mecânica de Izhevsk, a empresa Izhmash, uma série de portos comerciais da Crimeia, e subsidiárias do banco Vnesheconombank (VEB) e da petrolífera Rosneft.
A chancelaria russa destacou que Washington continua justificando suas decisões com a situação na Ucrânia, e "ao invés de encorajar Kiev a cumprir os acordos de Minsk, continua se exercitando na expansão da campanha de sanções contra a Rússia".
As relações entre a Rússia e o Ocidente deterioraram-se por conta da situação na Ucrânia. Em julho do ano passado, a UE e os Estados Unidos aplicaram sanções pontuais contra certos indivíduos e empresas da Rússia. Em seguida, foram implementadas medidas restritivas a setores inteiros da economia russa. Em resposta, a Rússia restringiu a importação de produtos alimentares de países que impuseram as sanções. Moscou tem afirmado repetidamente que não tem interferência no conflito interno ucraniano e possui interesse na resolução pacífica do confronto.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150


731/1726574.html#ixzz3hWb8MCQ9

segunda-feira, 13 de julho de 2015

AS TAÇAS DA IRA DIVINA

As taças da ira divina sobre o mundo





Esta obra mostra o que está acontecendo no mundo hoje, o fim da Babilonia atual, os 7 anos de grandes acontecimentos chamados de grande tribulação.
Terra e mar vão arder.
Os montes vão tremer.
Conheça a obra.


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quarta-feira, 24 de junho de 2015

ANTICRISTO O FILHO DO PECADO


ANTICRISTO, O FILHO DO PECADO.
Ele encorpora todo o mal no mundo.
O irmão LAMECH fez esta obra avisando o povo pois o fim é agora.
O mundo caminha para suas garras funestas.
O aumento do poder do oculto, das ordens secretas, gerando o caos é um poder dos escorpioes se manifestando, os guardiões do Anticristo preparam o caminho do Dajjal sobre o planeta.
O poder do oculto se alastra e se prepara governar o mundo.
Temos que nós unir para barrar a escuridão.
Estes poderes ocultos que geram o caos preparam o governo do abismo sobre a terra.
Reaja, saiba como salvar seus filhos e amigos.






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quinta-feira, 4 de junho de 2015

OS COMBATES RETORNAM NA UCRANIA

Prédio atingido por ataque de artilharia em Marinka, em 2014

OSCE confirma violação da trégua na Ucrânia

© Sputnik/ Mikhail Voskresensky
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Ucrânia: campo de batalha (195)
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A Missão Especial de Monitoramento (SMM, na sigla em inglês) da Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) confirmou o movimento de armamentos pesados no Sudeste da Ucrânia.
Ontem, o Estado-Maior general ucraniano tinha reconhecido o uso de armamentos proibidos no território do conflito pelos Acordos de Minsk.
"Às 15h00 [9h00 em Brasília] da quarta-feira, a SMM recebeu uma carta do Ministério da Defesa da Ucrânia, em que se afirmava que armamentos pesados das Forças Armadas da Ucrânia iriam ser deslocados à linha de frente para lidar com uma "ameaça real" representada pelo combate em Marinka, que, segundo esta fonte, tinha começado às 6h00 da manhã", reza o relatório da OSCE divulgado nesta quinta-feira (4).
O povoado de Marinka, situado nas imediações de Donetsk, é controlado pela Ucrânia.
"Os oficiais ucranianos reconheceram depois publicamente que os armamentos foram usados, justificando este fato pela necessidade de repelir um ataque da RPD", conta o relatório da OSCE.
No entanto, a liderança da República Popular de Donetsk (RPD) afirmou que as suas forças não pretendiam tomar Marinka, portanto não houve nenhuma "ameaça".
Marinka no mapa da Ucrânia
Marinka no mapa da Ucrânia
Kiev também confirma isso, dizendo que Marinka permanece sob controle das autoridades da Ucrânia.
O tiroteio deu-se durante mais uma trégua entre Kiev e as Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk.
Eduard Basurin, ministro da Defesa da RPD, informou que 19 pessoas, entre elas cinco civis, foram mortas na república autoproclamada nas últimas 24 horas.
"Na noite [da quarta para a quinta-feira] voltou a calma", disse a OSCE.
Os Acordos de Minsk, que são o principal documento internacional regulador do processo da pacificação na Ucrânia, não só proíbem expressamente o uso de armamentos pesados, senão que também ordenam a retirada desses armamentos da linha de combate.
O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, já tinha comentado que o Ocidente sabe que as autoridades de Kiev minam o processo pacífico na Ucrânia. Comentou na TV russa Rossiya 24:
"Eu acredito que agora, todas as maiores potências ocidentais que acompanham a situação e têm acesso aos fatos compreendem com muita clareza que, por várias razões, as autoridades ucranianas são o obstáculo principal ao cumprimento total dos Acordos de Minsk".
E mesmo sabendo das violações dos acordos alcançados, o Ocidente não faz nada, frisa Lavrov.
Em finais de maio, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, tinha declarado que só iria negociar com as autoridades de Donbass depois das eleições locais, convocadas para finais de outubro do ano em curso.
Nesta quinta-feira, Sergei Lavrov voltou a afirmar que a Ucrânia está prejudicando os Acordos de Minsk.
"Os Acordos de Minsk de 12 de fevereiro estão sob constante ameaça de suspensão por causa das ações das autoridades de Kiev que tentam abandonar as suas obrigações de estabelecer o diálogo direto com Donbass", disse Lavrov hoje, durante uma conferência dedicada à segurança regional da Organização de Cooperação de Xangai.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150604/1213877.html#ixzz3c93QezXI

domingo, 3 de maio de 2015

ARÁBIA SAUDITA ACUSADA DE ENVIAR TROPAS PARA O YEMEN

Força 'limitada' coalizão chão em Aden, Iêmen, mais próximos - relatórios

03 de maio de 2015 10:34: tempo Publicado
tempo Editado: 03 de maio de 2015 13:56
Arquivo de foto: Os membros dos Comitês de Resistência do sul homem um tanque durante confrontos com combatentes Houthi em cidade do sul do Iêmen de Aden 23 de abril de 2015. (Reuters / Stringer)
Arquivo de foto: Os membros dos Comitês de Resistência do sul homem um tanque durante confrontos com combatentes Houthi em cidade do sul do Iêmen de Aden 23 de abril de 2015. (Reuters / Stringer)
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A "limitada" força Arábia liderado está no terreno em porto estratégico do Iêmen de Aden e mais tropas estão a caminho, um funcionário do governo confirmou à AFP. Cerca de 20 soldados desembarcaram na cidade para uma missão de "reconhecimento", AP relata.
" A força de coalizão limitado entrou Aden e uma outra força está a caminho "para Aden, o oficial comandante e disse a agência em termos de anonimato.
As forças sauditas levou " vai começar a ajudar-nos na luta contra "os rebeldes Houthi, um dos principais membros dos Comitês Populares, também disse a agência. O PC são uma milícia recrutada localmente leais ao presidente Abd expulso Rabbu Mansour Hadi.
Similar relatórios apareceu no local, Al-Ghad diário, que reivindicou as forças terrestres entraram no aeroporto. O jornal está ligado a separatistas do sul, que exigem a restauração do estado do sul que se fundiu com o Iêmen do Norte há 15 anos.

AP relata 20 soldados foram mobilizados pela coalizão liderada pelos saudita em Aden. No entanto, Ali al-Ahmed, porta-voz da Southern Resistência Popular, um grupo anti-Houthi, diz que há até 50 árabes soldados das forças especiais.
"As forças terrestres conjunta da coalizão Árabe desembarcou em Aden, no domingo e agora estão participando com a resistência sul de lutar em torno aeroporto de Aden", disse ele. "É uma força limitada -. ​​40-50 de forças especiais"
Al-Ahmed mais tarde retirou sua declaração dizendo que os lutadores em Aden eram iemenitas.
Um porta-voz da coalizão liderada Arábia, o brigadeiro-general Ahmed Asseri, também negou as acusações dizendo que os estados árabes não contemplou qualquer operação terrestre importante na porta.
"Não há forças estrangeiras em Aden, mas a coalizão continua a ajudar a lutar contra a milícia Houthi,"disse Asseri em um comunicado.
A luta continuou na cidade portuária estratégica de Aden, no domingo, fontes locais à Reuters, acrescentando que a cidade tem visto batalhas ferozes durante três dias. Os ataques foram registrados em bairros centrais da cidade de Mualla e Khor Maksar, perto da principal porto comercial, bem como em torno de um acampamento militar e do aeroporto.

A operação liderada pela Arábia contra as forças da milícia Houthi entrou em sua sexta semana. Cerca de 1.250 pessoas foram mortas, e pelo menos 5.044 pessoas feridas entre 19 de março e 27 de abril, a Organização Mundial da Saúde disse na sexta-feira. Estimativas locais no terreno são muito maiores.
Rebeldes Houthi assumiu o controle da capital Sanaa, em setembro de 2014, em um movimento que forçou o presidente sunita Abd-Rabbu Mansour Hadi a fugir para a Arábia Saudita. Eles estão lutando para controle de Aden, que é o lar de cerca de 800.000 pessoas.
Em 21 de abril, a Arábia Saudita disse que a primeira fase da campanha, de codinome operação"Tempestade decisiva", havia alcançado todos os seus objetivos e foi concluído. A nova fase, a operação "Restaurando Esperança", foi anunciado com foco na diplomacia, mas não descartou novos ataques aéreos.


http://rt.com/news/255237-yemen-ground-force-coalition/

quarta-feira, 29 de abril de 2015

DAJJAL O ANTICRISTO

AL DAJJAL, O MALDITO

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